Em dezembro de 2005 houve uma reunião na Assembléia Legislativa de Minas Gerais. A reunião foi presidida pelo deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB) e teve as presenças também dos deputados Laudelino Augusto (PT), Domingos Sávio (PSDB) e do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Bilac Pinto. Estavam presentes ainda alguns empresários itajubenses.
O tema da reunião era a preferência externada pela Gasmig em mudar a rota que levaria gás natural ao Sul de Minas. Inicialmente, a rota partia do gasoduto da Petrobrás que passa por Lorena (SP), e entraria em Minas por Itajubá (MG), atingindo depois Pouso Alegre, Varginha, Três Corações, Poços de Caldas e Andradas. Depois a empresa passou a priorizar outro roteiro, saindo de Paulínia (SP) e entrando em Minas por Jacutinga, Andradas, Pouso Alegre, Congonhal, Poços de Caldas, Três Corações e Varginha. Itajubá foi excluída sumariamente.
As cidades de Poços de Caldas, Andradas e Caldas serão atendidas dentro de muito breve pelo gasoduto Sul de Minas.
Segundo a Gasmig, empresas e postos de combustíveis serão atendidos.
Ou seja desenvolvimento e combustível barato para todo o sul de Minas, exceto Itajubá.
Isto reflete a fragilidade política da região, e o descompromisso do único deputado eleitos por nossa cidade, Laudelino Augusto, atual vice-prefeito.
Como podemos notar no próprio site da ALMG, Laudelino não se posicionou a favor da cidade, argumentando que sua vocação tecnológica não cria uma grande demanda por gás.
E o uso do gás como combústivel barato? Não conta?
Assistiremos, em breve, o desenvolvimento das cidades que pertencem a nossa região sem ser contemplados com investimentos. Isto se deve a Prefeitos e deputados que não vêm oportunidades de progresso em nossa cidade.
Se não oferecermos uma boa inra-estrutura aos investidores, quem investirá em Itajubá?
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